Teresina • sexta-feira, 31 de julho de 2026
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PF e suspeitos armados trocam tiros na área externa do Aeroporto de Guarulhos

Grupo tentava movimentar carga de drogas próximo ao Terminal 3 quando foi surpreendido por policiais. Criminosos fugiram para área de mata e buscas continuam na região

Por admin 31 de julho de 2026 2 min de leitura
Após a intervenção da PF, o grupo criminoso fugiu em direção a uma área de mata nos arredores, onde abandonou parte dos pacotes de drogas que seriam transportados - (crédito: Reprodução/Brasil Urgente)

Agentes da Polícia Federal (PF) entraram em confronto armado com suspeitos de tráfico de drogas na tarde desta sexta-feira (31/7), na área externa do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. A troca de tiros ocorreu nas proximidades do Terminal 3, quando o grupo criminoso tentava realizar uma operação envolvendo o transporte ou a recuperação de uma carga de entorpecentes.

As apurações indicam números divergentes sobre os envolvidos: seriam pelo menos 10 pessoas distribuídas em quatro veículos tentando acessar o aeroporto com as drogas. Outras informações do 31° Batalhão de Polícia Militar Metropolitana apontam que cerca de cinco indivíduos tentaram a invasão, estando munidos de fuzis durante o confronto com os agentes federais.

Após a intervenção da PF, o grupo criminoso fugiu em direção a uma área de mata nos arredores, onde abandonou parte dos pacotes de drogas que seriam transportados.

Grande mobilização

A ocorrência gerou uma mobilização em larga escala das forças de segurança paulistas para prestar apoio à Polícia Federal. As buscas na região contam com o reforço do policiamento territorial e de equipes especializadas, como o Comando de Operações Especiais (COE) e o Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep).

Diante da movimentação, a concessionária GRU Airport confirmou a intervenção da PF no local, mas não divulgou detalhes operacionais, direcionando os esclarecimentos às autoridades policiais.

Este tiroteio ocorre em um cenário de atenção no aeroporto, que já foi palco de crimes de repercussão, como o assassinato de um ex-delator da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). No caso presente, as investigações continuam em andamento e, até a última atualização, não havia confirmação oficial de prisões ou contagem exata da quantidade de drogas apreendida.

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