A bancada de senadores do PL lançou, nesta quarta-feira (4), o líder da oposição Rogério Marinho (PL-RN) para a presidência do Senado disputa que vai ocorrer em 1º de fevereiro de 2027.
O PL terá a maior bancada da Casa na próxima legislatura, com 29 das 81 cadeiras. Marinho tem ainda o apoio da bancada do Novo, com 3 eleitos.
No próprio campo da direita e do centrão, porém, Marinho terá que enfrentar a senadora Tereza Cristina (PP-MS), que também almeja a presidência do Senado. Outro concorrente é o próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que busca a reeleição.
Marinho tem dito que ele e Tereza têm um acordo para que não disputem um contra o outro, ou seja, a expectativa é de que a corrida se afunile ao final, com a retirada de um dos nomes. A ideia é que, em janeiro, o congressista considerado menos viável abra mão da disputa para que o outro unifique a oposição a Alcolumbre.
Aliados do senador do PL afirmam que ele tem mais força, alavancado pela maior bancada, enquanto o PP terá seis cadeiras.
Nesta terça-feira (3), senadores do partido de Tereza se incomodaram com o lançamento de Marinho e com ataques, supostamente feitos por bolsonaristas, em banners e nas redes sociais cobrando que Tereza desista de concorrer à chefia da Casa. A própria senadora teria se incomodado com a pressão os banners pedem que ela “pare de atrapalhar a oposição”.
Marinho foi coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado por Lula (PT) na eleição presidencial. Depois de fugir para os Estados Unidos, Flávio declarou de lá seu apoio ao aliado na disputa pelo comando do Senado.
Da Redação




