O Ministério Público Eleitoral se manifesta a favor das eleições diretas para o mandato-tampão no Rio de Janeiro. O julgamento do caso será realizado na tarde desta quarta-feira (8) no Supremo Tribunal Federal.
No documento, assinado nesta terça-feira (7), o Vice-Procurador-Geral Eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, destaca que a sentença do Tribunal Superior Eleitoral permite entendimento de que o movimento de Castro foi para burlar à Justiça Eleitoral.
No dia 23 de março, o então governador entregou a carta de renúncia, um dia antes do julgamento no TSE que terminaria com a cassação do mandato dele, levando a eleição direta para escolher o sucessor até o final do ano.
Mas, segundo a tese também defendida pelo ministro Alexandre de Moraes, a renúncia para determinar eleições indiretas – com votação entre os deputados estaduais – foi uma tentativa de manter a mesma base aliada na sucessão do Palácio Guanabara.
A ação para pedir eleição direta foi protocolada pelo Partido Social Democrático do Rio de Janeiro – partido do ex-prefeito Eduardo Paes.




