De acordo com a Polícia Civil, foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão (9 residenciais e 7 comerciais) contra cinco investigados principais.
Segundo o delegado Matheus Zanatta, a operação visa desarticular o fluxo financeiro de organizações que usam lojas de fachada para lavar bens oriundos de furtos e roubos.
“Essa operação tem como objetivo atingir diretamente a cadeia de receptação e o fluxo financeiro dessas práticas criminosas. Ao combater o comércio ilegal de ouro e joias, o Estado enfraquece estruturas que se sustentam a partir de furtos e roubos e protege o patrimônio da população”, pontuou o superintendente.
Participaram da operação a Superintendência de Operações Integradas (SOI), com apoio da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP), Polícia Civil e Polícia Militar.




