São assistidas hoje, 72 mulheres vítimas de violência doméstica pela Patrulha Maria da Penha. Criada com o objetivo de atuar preventivamente na violência contra a mulher, tendo como foco o acompanhamento e o monitoramento de medidas protetivas.
Mesmo com a pandemia causada pelo vírus Covid-19, as equipes continuam fazendo as visitas seguindo todas as medidas de segurança. Segundo a Capitã Leoneide Rocha, comandante da Patrulha, as mulheres atendidas sentem-se mais seguras e apoiadas, “o atendimento de uma equipe que entende a situação de violência doméstica e familiar e sabe como conduzir sem revitimizá-las, orientando as vítimas possibilita quebrar o ciclo de violência, através de um diálogo encorajador, com escuta ativa de cada situação, tratada com suas peculiaridades e não como mais uma ocorrência de violência doméstica e familiar, como sendo todas iguais”, relata a Comandante.
Em relação aos agressores, que também são visitados pela Patrulha, a Capitã Leoneide explica que estes têm atendido as orientações, cumprindo cautelosamente a Medida Protetiva de Urgência, “eles sabem que se desobedecerem as decisões judiciais, a Patrulha Maria da Penha estará exclusivamente cuidando do caso, e que sua vítima agora se encontra acolhida e protegida pelo nosso Projeto, em segurança, não estando mais tão vulnerável a agressões” enfatiza a oficial.
Desde a sua criação, foram realizadas 225 visitas a mulheres e aos acusados de agressão no período de janeiro a junho de 2020. Também foram realizados 465 contatos via telefone para orientações e encaminhamentos a quem procurou a Patrulha, que atende pelo contato 86 9 9414 8857.
Da Redação
Com informações da Ascom